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Agora, pelo menos na temporada internacional, é assim: a maioria dos desfiles voltou a ser presencial. A fila A está lá de novo, cheia de celebridades, influenciadores e editores de moda presentes fisicamente. Mas o clima não é de pura alegria com o retorno, não, como a gente esperava no começo da pandemia.

Bem, pelo menos esse foi o sentimento da Semana de Moda de Nova York, que começou na última terça-feira, dia 7, e terminou ontem, domingo, dia 12. O evento experimentou alguma volta à normalidade, mesmo com o avanço da variante delta. Neste episódio, a gente conta os destaques da semana estadunidense que abriu o calendário de moda internacional de verão 2022.

E ainda: o Prêmio LVMH tem uma vencedora e a gente conta tudo o que nós sabemos sobre ela; e também vamos falar da parceria inusitada da Dior com o time de futebol Paris Saint Germain.

Os destaques da NYFW de Verão 2022 

Começou no dia 7 de setembro e terminou ontem, domingo, dia 12, a Semana de Moda de Nova York, principalmente com as coleções de verão 2022 das marcas estadunidenses.

As duas temporadas anteriores foram majoritariamente virtuais. Logo, essa NYFW foi a primeira, desde o começo da pandemia, com mais apresentação física do que digital, ou seja, desfile com público presente.

Vale dizer, no entanto, que o sentimento foi meio ambíguo. Acontece que não estamos ainda com aquela plena liberdade que o mundo tanto desejou. Na verdade, o evento teve que se adaptar a esse momento meio estranho de agora. Isso, claro, em função do avanço da variante delta.

Os desfiles foram menores do que o de costume e alguns estilistas levaram em consideração a importância de se fazer um show ao ar livre. Fora isso, muitas apresentações não contaram com o PIT de fotógrafos, aquele espaço em que vários profissionais se aglomeram para registrar o momento. Isso foi trocado, por exemplo, por uma cobertura interna.

Os convidados, por sua vez, foram obrigados a apresentar seus comprovantes de vacinação. No entanto, outro ponto causou polêmica: não foi exigido o uso de máscaras dentro das salas de desfiles. Uns usaram, outros não usaram, o que causou, no mínimo, um clima de desconforto. Principalmente as celebridades foram apontadas como as que não seguiram esse tipo de protocolo que, de fato, não foi oficial, mas, a gente sabe, incentiva uma boa etiqueta sanitária, ainda mais nos tempos atuais.

O calendário começou com tudo mesmo na quarta, dia 8, como a gente havia avisado no último episódio do ELLE News. Na noite de terça-feira, dia 7, no entanto, houve o desfile de Christian Siriano.

A sua coleção foi apresentada no Gotham Hall, um espaço de eventos localizado na Broadway. O local comporta cerca de 2 mil pessoas, mas só recebeu 275. Apesar de reduzido, o número já é maior do que os 61 convidados que participaram do último desfile de Siriano, que foi em fevereiro de 2021.

Para o jornal WWD, o estilista explicou a importância de ter um desfile presencial. De acordo com ele, a relação de um desfile para um estilista é como a de um show para o músico. "Com os desfiles, eu consigo ganhar dinheiro, é quando os patrocínios entram e como eu tento garantir as minhas vendas para os próximos seis meses", disse.

A New York Fashion Week vinha ganhando fama de casa abandonada nos últimos anos. E com motivo. Muitos nomes importantes pularam fora do calendário, antes e depois da pandemia. Marc Jacobs, por exemplo, que era o estilista famoso por encerrar a bateria de desfiles em Nova York toda temporada, deixou o calendário oficial e apresentou a sua coleção de verão 2022 de forma independente, no mês de junho deste ano.

Para reverter essa situação, essa edição procurou incentivar uma maior união. A começar pelos co-anfitriões do evento, o CFDA e a IMG, que decidiram por estabelecer um calendário de frente unificada. Antes, cada instituição tinha a sua própria programação. Fora isso, algumas grandes marcas foram convidadas a voltar a desfilar nos Estados Unidos

Thom Browne foi um deles. O estadunidense se apresenta na Semana de Moda de Paris desde 2017. No entanto, ele retornou ao calendário de Nova York, pelo menos por esta temporada. Junto com ele, voltaram também para este lado do Atlântico as irmãs Kate e Laura Mulleavy, da Rodarte.

E também a semana ficou mais fresca, porque houve as estreias. A mais esperada delas foi a do vietnamita radicado estadunidense Peter Do, como a gente já havia adiantado aqui em nosso episódio de número #51.

Aos convidados, ele entregou uma carta escrita à mão comparando o ato de fazer esta coleção de estreia com o de preparar um pho com o seu pai. Este é um prato tradicional vietnamita, meio que uma sopa com vários ingredientes. Segundo ele, um bom pho é reduzido até a sua essência, e é reconfortante como um lar e era exatamente isso o que ele tentava mostrar ali naquele momento.

Um trabalho em cima da alfaiataria de maneira que ela pareça bastante fluida foi feito principalmente em vestidos-camisa e túnicas. Essas túnicas, de acordo com o estilista, foram uma interpretação do dai vietnamita, um traje típico do país, que é um vestido longo, de mangas compridas e fendas nas laterais, mas fechado por uma peça interna. No caso de Peter Do, essa cobertura interna foi feita com calças.

Fora isso, destaque para os acessórios, como as bolsas tiracolo bem grandinhas, e as plataformas. A impressão geral é de que Peter Do segue olhando bastante para referências como a Jil Sander e, claro, a Celine de Phoebe Philo. Com Philo, como a gente já disse por aqui, Peter Do já trabalhou. Um ponto positivo, que é mérito dele ou dos tempos que nós estamos vivendo, é que esse tipo de roupa, de linhas retas, mais minimalista, aparece agora em modelos de tamanhos e idades diferentes na passarela.

Ainda na seara das estreias, uma quase estreia aconteceu. E brasileira! Após duas temporadas já dentro do line-up oficial, foi a primeira vez que a PatBo, da mineira Patricia Bonaldi, desfilou fisicamente na Big Apple. A marca apresentou o seu verão 2022 com vários elementos característicos de seu DNA, como os bordados e as opções de moda festa, além das estampas vivas e a linha de moda praia. Mas, para mostrar que também é global, exportou alguns modelos de alfaiataria, além de brincadeiras com franjas dos anos 1970 e plumagens dos anos 1920.

No dia 9, quinta-feira, Carolina Herrera foi uma das casas mais aguardadas. Na ocasião, a marca celebrou 40 anos de existência. O designer Wes Gordon, diretor criativo da grife, procurou recuperar assinaturas da estilista venezuelana radicada estadunidense, Carolina Herrera, a própria. Foi uma série de roupas em preto e branco, como vestidos de festa volumosos, camisa com saia rodada e alguns laçarotes e acessórios giga.

Já num movimento oposto, sem olhar para trás e mais interessada no agora e no futuro, Hillary Taymour falou justamente do caos de hoje em dia com a sua Colina Strada. A sua apresentação aconteceu no Brooklyn Grange, que é um edifício de Nova York onde se cultiva a maior horta suspensa do estado.

Nas roupas, ela explorou mais uma vez o upcycling, que é uma característica sua, em looks com uma gama bem grande de cores, texturas e figuras de bichinhos. A imagem é meio hippie do século 21, mas bastante atual, porque traz aquela roupa Do it Yourself, Faça Você Mesmo, seja nas estampas naif, ou nos acessórios como a bolsinha de crochê em formato de flor. Não é difícil pensar, por exemplo, nos tutoriais do TikTok que viraram uma febre.

Um detalhe esperto e também engraçado foi o uso de uma cobertura divertida para as solas dos tênis. Sabe aquela capinha, meio touquinha de hospital, que a gente usa no sapato em ambientes que tem um controle sanitário bem exigente? Bem, ela colocou esse item na passarela, todo coloridinho. Fora isso, destaque para o casting diverso, de diferentes idades, pessoas com deficiência, além de integrantes de sua própria família, como a avó e a sobrinha.

Algumas marcas buscaram inspiração e mão de obra fora dos Estados Unidos. Gabriela Hearst colaborou com alguns membros dos povos Navajo, que são especialistas em tecelagem, e com um coletivo de artesãos bolivianos. Essas parcerias resgataram cores e padronagens latino-americanas para as suas roupas de modelagem confortável, fazendo uma conexão com a sua terra natal, o Uruguai.

A Proenza Schouler, por sua vez, mirou em uma ilha do Havaí. Jack McCollough e Lazaro Hernandez voltaram do arquipélago tentando injetar mais fluidez, cores vibrantes e elementos esportivos para a sua alfaiataria rigorosa.

Prabal Gurung assinou uma colaboração com a Mattel. Inclusive, vai assinar com a empresa de brinquedos uma linha de bonecas mais diversas. Na coleção, ele mostrou um interesse maior pelo binarismo de gênero, o que um menino pode usar, o que uma menina pode vestir… E decidiu juntar tudo. Juntou tanto, que algumas críticas disseram que ele até pecou pelo excesso. No entanto, o uso de tecidos acetinados, os makes de festinha, além de tons explosivos, funcionarão, sim, para eles e para elas, quando puderem cair na balada.

Jeremy Scott, por sua vez, afirmou antes do seu primeiro desfile presencial desde a pandemia, que estava se sentindo como uma criança que volta às aulas. E isso explica em parte as referências que ele levou para a Moschino, onde é diretor criativo. Scott olhou um pouco para a série dos anos 1990, The Nanny, além de ícones retrô infantis… Na verdade, para ser mais sincero, as referências são de bebê, mesmo.

Eis que uma série de tailleurs foram costurados com tecidos acolchoados de bichinhos, desenhos para nenéns. Fora isso, acessórios de cabeça, colares e cintos reproduziam chocalhos e móbiles de berço. Um pouco estranho? Bem, é importante dizer que Jeremy Scott é um desses designers que têm uma visão muito singular de criação e pouco ou nenhum medo do ridículo, o que é bastante positivo em várias situações.

É possível também fazer uma leitura desse feminino retrô imposto durante anos que, sem dúvida, infantilizou e infantiliza muitas mulheres. Por outro lado, não deixou de ser incômodo para alguns ver silhuetas adultas e sexy com esse tipo de visual.

Lembrando que o nosso podcast, por ser gravado na sexta-feira, não traz a cobertura completa de Nova York, mas você pode acessar no nosso site, o elle.com.br, todos os reviews. De toda maneira, a gente dá sim um balanço desta temporada.

Tirando esse caso bastante específico do Jeremy Scott na Moschino que foi do tipo ame ou odeie, o sentimento geral da NYFW é o de que estamos realmente em um momento como nenhum outro, estranho mesmo.

A União Europeia tirou recentemente os Estados Unidos de sua lista de países seguros, em função do crescimento da Delta. A pandemia ainda afeta a cadeia de suprimentos e não se sabe se haverá oferta suficiente para atender a demanda das festas de final de ano. Nós estamos em pleno vigésimo aniversário dos atentados de 11 de setembro, dentro de uma temporada em Nova York. Fora que há uma série de turbulências climáticas com efeitos bastante próximos acontecendo ultimamente.

Em resumo: o momento atual segue pesado, enquanto o futuro é mais do que incerto. Aquela ideia que a gente tinha de que um verão chegaria com o fim completo da pandemia caiu por terra.

Por isso, muitas marcas têm se preservado num lugar seguro. Obvio, dentro de uma semana de moda, em que se espera o novo, esse tipo de imagem pode causar frustração. O que se vê agora são roupas que já víamos antes. E se a pandemia de covid-19, logo de cara, fez a gente se perguntar a importância das roupas em nossas vidas, essa não parece uma temporada que sai muito em defesa da moda, não. Mas, veremos! A temporada internacional está só no começo.

Lembrando também que os desfiles encerraram ontem, mas hoje ainda rola um último evento que faz parte da programação oficial de Nova York: o Baile do Met que, neste ano, acontecerá em uma versão reduzida.

A exposição do Metropolitan Museum of Art foi intitulada de In America: A Lexicon of Fashion. Ou seja, uma celebração da moda americana, no caso, a estadunidense. Uma ideia unificada de moda americana é algo que até mesmo os maiores especialistas de moda dos Estados Unidos questionam, acreditam que não existe. No entanto, é esperado tanto na exposição quanto no tapete vermelho do baile, uma série de referências ao universo esportivo e streetwear, que fazem parte da história desse país.

Outro ponto é que a instituição deseja justamente rever o que é moda americana, lançando mão de celebridades e designers mais jovens. Serão os anfitriões dessa noite, por exemplo, os queridinhos entre a Geração Z, Naomi Osaka, Timothée Chalamet, Amanda Gorman e Billie Eilish. Além disso, ao menos 70% da exposição contará com estilistas da nova geração, ou que de alguma maneira dialogam com uma moda mais política, tocando em assuntos como a imigração, por exemplo.

Nensi Dojaka é a ganhadora do Prêmio LVMH 

Na última terça-feira, dia 08, aconteceu a final do Prêmio LVMH. E, dessa vez, foi a albanesa Nensi Dojaka, de 27 anos, a grande vencedora. Ela arrematou o prêmio mais cobiçado do dia, de novo designer de moda, derrotando cerca de 2 mil candidatos, de mais de 100 países diferentes.

Dentre esses candidatos, a gente lembra, estavam alguns nomes bem conhecidos, como o da britânica Bianca Saunders, do francês Charles de Vilmorin e do estadunidense Christopher John Rogers.

Dojaka foi a escolha unânime entre o grupo de jurados, que é composto pelo alto escalão de executivos do conglomerado, como Delphine Arnault, Jean-Paul Claverie e Sidney Toledano, além dos diretores artísticos da empresa: Virgil Abloh, Jonathan Anderson, Maria Grazia Chiuri, Marc Jacobs, Stella McCartney, Nicolas Ghèsquiere e Kim Jones, o mais recente da lista. Dojaka saiu com 300 mil euros, além de uma mentoria de um ano com o time de experts da LVMH.

E aqui a gente aproveita para contar tudo o que nós sabemos até agora dessa grande aposta do grupo de luxo. A designer nasceu na Albânia, mas vive em Londres, onde ela se formou na famosa Central Saint Martins e estagiou para Peter Pilotto e Fyodor Golan. Em Londres, também, ela fundou a sua marca homônima em 2017.

Com especialização em moda feminina e lingerie, a etiqueta é uma fusão dessas duas frentes. Os vestidos de Dojaka têm influência na estrutura da roupa de baixo, além de uma conversa com o minimalismo e os recortes dos anos 1990.

O uso de transparência, no entanto, associado à assimetria de remendos geométricos em cima de tule, da organza e do jersey, abordam um sexy que é bastante de hoje em dia, aquele em que a nudez do corpo está mais associada à segurança e ao poder do que a qualquer outra coisa.

Isso fez com que as criações da estilista caíssem nas graças de estrelas como Emma Corrin, Carey Mulligan e Bella Hadid. E, de acordo com a plataforma Lyst, o seu vestidinho pretinho básico repaginado já foi parar no ranking dos 10 produtos mais desejados do primeiro trimestre de 2021.

Bem, o primeiro desfile próprio de Nensi Dojaka já tem data. Ele vai rolar na próxima Semana de Moda de Londres, no dia 17 de setembro.

Vamos ver como ela vai se sair!

Dior assina parceria de dois anos com o Paris Saint Germain

Não é de hoje que moda e futebol batem bola fora também de campo, seja com camisetas de time e outros elementos do esporte inspirando coleções, seja com parcerias entre grifes e clubes esportivos.

E, nessa última modalidade, a gente pode dizer que o Paris Saint Germain está liderando o campeonato.

Na semana passada, o time francês e a Dior anunciaram uma parceria de dois anos, com direito a vídeo com o brasileiro Neymar, o espanhol Sérgio Ramos e o costarriquenho Keylor Navas, entre outros craques.

Desde 2014, o Paris Saint Germain tinha um contrato com a Hugo Boss para vestir seus jogadores. Agora, é Kim Jones, diretor artístico das coleções masculinas da Dior, que vai assinar o guarda-roupa oficial dos atletas. Lembrando que o clube francês também já fez colaborações com marcas como Bape, Koché e Levi's.

Já no caso da Dior é a primeira vez que a grife se associa a um clube esportivo. Para ocasiões formais, os jogadores terão casaco de cashmere, paletó, calça e camisas sociais, além de sapatos de couro preto. O look casual, por sua vez, inclui suéter, jaqueta Harrington e camiseta polo.

O kit Dior, que segue tons de preto e azul-marinho, tem ainda lenço de cashmere, gravata com o logo do time e a icônica bolsa Saddle. Ou seja, os jogadores vão deixar muitos fashionistas com desejo.

Lionel Messi, que fez sua estreia no final de agosto no Paris Saint Germain, não participa do vídeo de divulgação da parceria entre Dior e seu novo time. Provavelmente, porque as imagens devem ter sido gravadas antes da contratação do argentino. E a gente também aposta que, em eventos como o Bola de Ouro, Messi não vai abrir mão de usar os seus ternos chamativos, que já viraram uma espécie de marca registrada do craque.

E, para finalizar o episódio de hoje, a nossa dica cultural da semana. Dessa vez, nossa editora de cultura, Bruna Bittencourt, mergulha na nossa edição de setembro da ELLE View!

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"Oi, gente! Como vocês sabem, na semana passada saiu a Elle View de setembro, uma ode ao pop. E se o tema é esse, não poderia faltar Lulu Santos, que escreveu um texto bem interessante especialmente para a ELLE sobre como as paradas de sucesso são espelho da sociedade. Tem também uma reportagem em que nossa colaboradora Marina Santa Clara ouviu artistas e produtores de alguns dos maiores sucessos recentes e mostrou que inspiração vem de onde menos se imagina. Spoiler: até nome de tinta batizou alguns dos grandes hits que a gente ouve por aí. E nossa colaboradora Claudia Lima perguntou a nomes como Rico Dalasam, Duda Beat e Astrid Fontenelle sobre seus clipes preferidos. Na lista, vídeos de Madonna, Peter Gabriel e, claro, Michael Jackson com "Thriller'' que a gente ouve aqui. Beijo e até semana que vem!"

Pois é, essa edição de setembro está incrível. Se você ainda não assina a ELLE View, acesse o nosso site elle.com.br para fazer a sua assinatura e poder conferir esse conteúdo exclusivo. Lembrando que ao assinar a ELLE View você tem acesso a todas as edições digitais dos meses anteriores.

Este episódio usou trechos das músicas Family Affair, de Mary J. Blige; American Boy, de Estelle; Torn, de Natalie Imbruglia; Comerte Entera, de C. Tangana e Toquinho; Barbie Girl, de Aqua; American Woman, de Lenny Kravitz; Zagueiro, de Jorge Benjor; Positions, de Ariana Grande; Zap Zum, de Pabllo Vittar; VIP, de Luisa Sonza; Bonekinha, de Gloria Groove; Toda Forma de Amor, de Lulu Santos; e Thriller de Michael Jackson.

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E nós ficamos por aqui. Eu sou Patricia Oyama. E eu sou o Gabriel Monteiro.

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Até semana que vem!

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