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Podcast

Quem é Nigo, novo diretor artístico da Kenzo?

Neste episódio, a gente apresenta a história do designer japonês que é considerado o padrinho do streetwear e que acaba de ser contratado pela Kenzo. E ainda: o restinho da Semana de Moda de Nova York, o comecinho da Semana de Moda de Londres e alguns spoilers da nova edição impressa da ELLE Brasil!

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Se preferir, você também pode ler este podcast:

Na semana passada, dia 15 de setembro, o Grupo LVMH anunciou que Nigo, um dos maiores nomes do streetwear, designer famoso por ter criado a Bape, é o mais novo diretor criativo da Kenzo.

Um fator bem bacana é que, fora o seu fundador, Kenzo Takada, que criou a marca há mais de 50 anos, a casa nunca mais teve um estilista japonês no comando. Kenzo, que faleceu ano passado, aos 81 anos, em função de complicações geradas pela Covid-19, vendeu a grife para o grupo LVMH ainda nos anos 1990.

"Eu fiquei muito impressionado com a personalidade, a criatividade e o conhecimento que Nigo tem sobre Kenzo Takada. Desde a nossa primeira conversa, ele imediatamente já mostrou visões para uma jaqueta, um suéter. Acredito que o mercado precisa de seu senso de qualidade e beleza", disse Sidney Toledano, o presidente e CEO da LVMH, sobre a nova contratação

Já Nigo, em um comunicado bastante animado à imprensa disse: "A maneira de Kenzo Takada criar algo original em sua época foi por meio do seu conhecimento em relação a muitas culturas. Essa é também uma essência da minha criatividade, o fato de eu ser multicultural. Herdar o espírito do trabalho de Takada e poder criar uma nova Kenzo é o melhor desafio que eu já fui submetido nesses meus 30 anos de carreira. Isso é algo que eu quero conquistar ao lado da equipe da marca".

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Nigo sucede Felipe Oliveira Baptista, que antes de trabalhar na Kenzo trabalhou na Lacoste. Baptista deixou a Kenzo em abril deste ano, após dois anos na direção da marca. O designer português ficou famoso por sua abordagem mais sustentável, minimalista e contemporânea de arquivos deixados pelo estilista fundador da casa.

Desde que Kenzo Takada deixou a marca que leva o seu nome em 1999, vários designers importantes passaram por essa cadeira valiosa. Mas o maior destaque ao longo desses anos foi a dupla Humberto Leon e Carol Lim, que dividiram o cargo. Fundadores da Opening Ceremony, eles foram um sucesso no sentido de modernizar a marca entre 2011 e 2019, injetando cada vez mais criações de rua na grife.

A nomeação de Nigo parece querer recuperar isso, uma vez que ele é até mesmo chamado de padrinho do streetwear. Como a gente disse no início do podcast o primeiro dia de trabalho de Nigo na Kenzo é hoje, dia 20 de setembro, mas a sua primeira coleção na casa está prevista para ser apresentada em janeiro de 2022

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E como a gente adora fazer por aqui, nós aproveitamos pra dar aquela breve biografia sobre Nigo.

O seu nome, na verdade, é Tomoaki Nagao. Só que ele ficou mais conhecido aí como Nigo. Ele nasceu em 1970, que inclusive foi o ano em que Kenzo Takada abriu a sua primeira loja em Paris.

Outra coincidência, para quem curte coincidência, é que Nigo também se formou na Bunka Fashion College, a mesma instituição que Takada estudou moda.

Além de estilista, ele tem uma extensa relação com a música, até hoje trabalha como produtor musical e DJ, principalmente com o grupo de hip-hop japonês Teriyaki Boyz. Mas foi como fundador da Bape que ele alcançou o mundo.

Foi em 1993 que ele criou a A Bathing Ape, que é a tal da Bape e que em uma livre tradução aqui significa macaco tomando banho. E, sim, essa é uma homenagem que ele fez ao O Planeta dos Macacos, de 1968.

Inclusive, a figura do macaco é uma das assinaturas da grife, bem como o trabalho com estampas de camuflagem e o shark hoodie, uma das peças mais desejadas, que é um moletom em que o zíper fecha até o final do capuz, de maneira que revela uma estampa de tubarão na altura do rosto.

A fórmula do sucesso da Bape mora na boa sacada de marketing que Nigo tem. E a gente está falando da década de 1990, ou seja, muito antes dessa realidade de redes sociais que a gente tem hoje. Se atualmente é comum as marcas emprestarem roupas para celebridades e influenciadores, já naquela época ele mandava alguns exemplares de camisetas para as estrelas que ele conhecia. E, por ser um cara influente na música, os seus colegas não eram nem um pouco desconhecidos.

Aí quando esse artista surgia com uma camiseta da Bape, ele, sabiamente, colocava um número limitado desse modelo pra venda. E aí já viu. Tal qual acontece com a Supreme, a Bape ficou famosa por formar filas nas portas de suas lojas. De tal maneira, que por muito tempo houve controle de quantas peças se podia comprar, uma forma de driblar os revendedores que depois jogavam os preços desses itens nas alturas.

Resumindo: Nigo é um dos pilares fundamentais para a construção da cultura Hypebeast que a gente conhece hoje.

A marca expandiu pelo mundo todo e aumentou o seu leque de ofertas, seja com a venda de produtos para crianças, com a Bape Kids, seja com frentes mais inusitadas. A Bape ganhou desde uma divisão de música, a Bape Sounds, até mesmo pontos de vendas de café e corte de cabelo. A marca foi vendida por Nigo para o grupo I.T. de Hong Kong em 2011 e ele deixou a casa que fundou em 2013.

Já deu pra sacar que ele tem um ótimo tino de empresário. Por isso, claro, ele nunca parou. Nigo assinou parcerias com o cantor Pharrell Williams para lançar duas novas marcas de streetwear: a Billionaire Boys Club e a Ice Cream.

Depois, ele ficou responsável por desenvolver e ser diretor artístico da linha mais urbana da Uniqlo, a Uniqlo UT. E, em 2010, ele criou mais uma marca própria, só que aí de roupa mais casual: a Human Made. Com essa etiqueta ele já colaborou com a Adidas, a Kaws e a Levi's.

Nome extremamente respeitado dentro do circuito de streetwear, em 2020, ele foi o primeiro selecionado para uma parceria com a Louis Vuitton, quando Virgil Abloh assumiu o braço masculino da maison. Essa parceria, que foi uma coleção cápsula, aparentemente despertou o interesse dos chefões do Grupo LVMH.

Além das coincidências com Kenzo Takada que a gente disse anteriormente, Nigo é, de fato, um grande fã e colecionador de peças do estilista conterrâneo. Por isso, geral está muito animada para saber como Nigo não só homenageará Takada como também criará uma identidade própria na Kenzo.

Aliás a gente aproveita para te lembrar que, quando Kenzo Takada faleceu em outubro de 2020, nós puxamos a sua história no episódio #21 desse nosso podcast.

Depois, dá play nesse episódio, porque a gente conta tudo sobre esse grande designer, um nome que levou muita energia para Paris com suas criações colorista, de referências multiculturais de nômades e estampas selvagens.

E na Semana de Moda de Nova York… 

Na semana passada a gente deu o start na temporada internacional, te apresentando os primeiros desfiles da Semana de Moda de Nova York. Fora isso, nós também demos um balanço geral sobre o clima da semana, que foi a primeira majoritariamente presencial desde o início da pandemia.

No entanto, como a gente fecha o nosso podcast toda sexta-feira, ficaram faltando alguns destaques. Mas a gente puxa eles aqui e faz uma rodada rapidinha do que faltou.

Como a gente já havia comentado essa não é uma temporada de grandes riscos. E Michael Kors seguiu exatamente por esse caminho, que é o de roupas simples, clássicas e práticas para os dias de hoje. Sem precisar se apoiar em um tema ou discurso ele se apresentou na Taverna Green, ao ar livre e ao som da voz de Ariana DeBose. O que deu pra sentir é que o estilista procurou valorizar mais a experiência presencial do que peças com designs muito complicados.

Também no caminho do seguro, Jason Wu foi de flores para uma coleção de primavera… como já diria Miranda Priestly, em O Diabo Veste Prada. Acontece que para tempos pandêmicos isso é o que aparentemente faz mais sentido para os designers. Para o seu verão, ele destrinchou o floral no cenário, como um jardim, e também, obviamente, nas roupas. Para a coleção, o estilista apostou em técnicas orgânicas de tingimento, usando apenas materiais naturais como rosas congeladas, ranúnculo, açafrão-bastardo e campeche.

Quem acompanha o nosso podcast sabe que duas marcas eram muito aguardadas em Nova York, porque elas voltavam a integrar o calendário estadunidense nessa temporada: Rodarte e Thom Browne.

O desejo pela rua, pela liberdade, pelo vento e pela vida foi o que moveu a coleção de verão 2022 das estilistas Kate e Laura Mulleavy da Rodarte.

O desfile começou sóbrio, com looks em preto e branco, silhueta junta ao corpo e muita pele e foi parar em um momento mais festivo, com franjas de canutilhos decorando vestidos midis extravagantes, prontos para as pistas. Destaque para as estampas de cogumelo, desenhadas pela mãe das estilistas, que são irmãs. Ela é uma botanista especializada em fungos, mas a imagem também se conectou muito bem com esse momentinho atual, mais lisérgico da moda, algo que a gente inclusive reportou no Volume 4 da ELLE Impressa.

Já Thom Browne criou toda uma performance, com direito a um espetáculo surrealista grandioso. Foram 200 looks apresentados, em meio a um cenário ostensivo, além de toda uma narrativa. Algo bem raro numa temporada ainda convalescida pelos impactos financeiros causados pela pandemia.

Dentre esses looks se destacaram os que criam um efeito visual do tipo que engana os olhos, aquilo que a gente chama de trompe-l'œil. As peças (que são vestidos retos aparentemente simples) recuperam os desenhos do corpo nu, além de plissados à la Grécia Antiga. As imagens pareciam estampas à primeira vista, mas na verdade eram camadas e camadas de tule em sobreposição. o sentimento geral da performance, no entanto, era o de um aceno cada vez mais intenso por ares de renascimento.

Já na Semana de Moda de Londres… 

E agora aquela atualização básica no calendário da moda. Está rolando agora a London Fashion Week, que começou na sexta, 17 e termina amanhã, dia 21, em formato híbrido, ou seja, com apresentações físicas e em formato digital.

Apesar da ausência de algumas marcas e designers relevantes, como Burberry e JW Anderson, o evento contou com uma leva de novos talentos da moda. A começar pela designer albanesa Nensi Dojaka, que acabou de vencer o prêmio LVMH, desbancando nomes como Bianca Saunders e Christopher John Rogers.

Dojaka, que usa muitos recortes assimétricos, transparência e outros elementos que remetem à lingerie em suas coleções, era a atração mais aguardada da sexta-feira. A estilista apresentou sua coleção fisicamente no espaço montado pela plataforma Tik Tok, para receber a nova geração de criadores no evento.

Na outra ponta, o primeiro dia da London Fashion Week teve também a apresentação digital de Vivienne Westwood, que se inspirou em piratas e numa coleção dela própria, de 1998, chamada "Amarrado ao mastro".

Numa coleção enxuta, Vivienne usou lã proveniente de agricultura regenerativa e matéria-prima reciclada para produzir peças que seguem o lema: compre menos, escolha bem e faça durar.

Por motivos de data de gravação do ELLE News, que não ajuda, a gente não vai conseguir ter os comentários dos desfiles da semana de Londres neste episódio. Mas você pode acompanhar a cobertura com os destaques do evento no nosso site elle.com.br.

E já pode anotar as próximas datas pra ficar de olho. Amanhã, dia 21, começa a semana de moda de Milão, que vai até 27 de setembro. E, na sequência, de 27 de setembro a 5 de outubro, é a vez da Semana de Moda de Paris, que divulgou o line-up na semana passada com uma boa notícia.

A Yves Saint-Laurent, que tinha anunciado sua saída do evento em 2020 para seguir um calendário próprio, está de volta à semana parisiense. A grife vai fazer uma apresentação presencial, que também será transmitida por livestream, às 15 horas, no horário de Brasília.

CFDA anuncia lista de indicados em 2021 

Façam suas apostas! O CFDA, conselho dos designers de moda da América, anunciou na semana passada os indicados à premiação deste ano. E, apesar de ter alguns dos medalhões de sempre na lista, parece que a organização ouviu as críticas pela falta de diversidade no ano passado e fez uma seleção mais atenta.

Gabriela Hearst, que ganhou em 2020 o prêmio de designer americana de moda feminina, concorre mais uma vez à categoria, juntamente com Catherine Holstein, da marca Khaite, Christopher John Rogers, Marc Jacobs, e Peter Do.

No masculino, os indicados são Jerry Lorenzo, da Fear of God, Mike Amiri, da Amiri, Telfar Clemens, da Telfar, Thom Browne, e Emily Adams Bode, da marca que leva seu sobrenome, vencedora da categoria de designer emergente em 2019.

Na ala internacional, a disputa de designer de moda feminina fica entre Daniel Lee, da Bottega Veneta, Demna Gvasalia da Balenciaga, Miuccia Prada e Raf Simons da Prada, Pierpaolo Piccioli da Valentino, e Simon Porte Jacquemus, da Jacquemus. Na moda masculina internacional, Daniel Lee, da Bottega, concorre novamente, juntamente com Dries Van Noten, Grace Wales Bonner, Rick Owens, e Virgil Abloh, pela Louis Vuitton.

Está sentindo falta das irmãs Ashley e Mary-Kate Olsen, da Row, que costumam bater ponto na lista de indicados do CFDA? Não seja por isso. A dupla este ano concorre na categoria de designer de acessórios, juntamente com Aurora James, da Brother Vellies, Stuart Vevers da Coach, Gabriela Hearst e Telfar Clemens.

Como de costume, além dos premiados, o evento também vai homenagear alguns nomes por sua atuação no mercado da moda. Este ano, o tributo pelo conjunto da obra, ou Lifetime Achievement Award, vai merecidamente pra Dapper Dan, o estilista que ajudou a introduzir a cultura hip-hop na moda e influenciou de marcas de streetwear a labels de luxo.

Os vencedores do CFDA serão conhecidos no dia 10 de novembro, e claro, a gente conta aqui quem levou o que na segunda-feira seguinte.

Tem ELLE Brasil impressa nova!

E hoje tem edição da ELLE impressa fresquinha nas bancas. O nosso Volume 05, que marca 1 ano de retorno da ELLE ao Brasil, em papel e tinta, traz nas capas e no miolo figuras fundamentais da cultura contemporânea.

Pra começar, a gente finalmente conseguiu realizar o sonho de ter novamente Caetano Veloso na edição. Para quem não se lembra, Caetano foi uma das personalidades fotografadas pra edição de dezembro de 2017, que trouxe Sonia Braga e outros artistas incorporando obras de arte históricas.

Dessa vez, o cantor posou para a fotógrafa Cecilia Duarte, na Córsega, e deu entrevista à jornalista Angélica Santa Cruz em que discorreu sobre o novo álbum, Meu Coco, sobre os netos e também sobre a situação do Brasil.

Outra estrela de capa do Volume 05 é ninguém menos do que Pabllo Vittar, que foi entrevistada por ninguém menos do que meu colega aqui, Gabriel Monteiro.

Além de falar sobre tudo, sem restrições, numa conversa por Zoom com Gabe, Pabllo parou a Ilha Diana, uma vila em Santos, durante o ensaio em que encarna uma sereia pras lentes da dupla MAR+VIN.

Só sei que quem já é fã vai se apaixonar ainda mais pela cantora e quem não era vai se converter já, porque ela arrasou nas fotos e na entrevista. Não é à toa que a carreira internacional de Pabllo só faz crescer nos últimos tempos.

E quem já está com a carreira internacional no auge e também é capa da nossa edição de setembro é a maravilhosa MJ Rodriguez, indicada ao Emmy de melhor atriz dramática por sua atuação na série Pose.

Bom, quando a gente gravou este episódio, ninguém sabia ainda se ela tinha ou não levado o prêmio, porque a gravação foi na sexta e a premiação estava marcada pra domingo. Mas independentemente do resultado MJ já tinha feito história: ela foi a primeira atriz trans a ser indicada pra uma das principais categorias do Emmy. Depois de posar para um ensaio exclusivo clicado por Will Vendramini em Nova York, MJ conversou com a nossa editora de cultura Bruna Bittencourt, em que falou sobre a importância dessa indicação, sobre música, representatividade e outros assuntos.

E como três pra gente é pouco, ainda tem uma quarta estrela de capa nesta edição. Shirley Mallmann, a top que abriu caminho no circuito internacional da moda para tantas outras brasileiras, foi fotografada toda plena por Josefina Bietti, em um ensaio com ares intergalácticos.

Bom, vamos parar de dar spoiler dessa edição, mas antes de encerrar o assunto a gente tem uma última notícia muito importante pra dar. Atendendo a pedidos, agora os assinantes da ELLE impressa podem escolher qual capa vão receber. Então, se você não assinava a edição impressa porque não podia escolher a capa, não tem mais desculpa. Agora é só ir lá nosso site elle.com.br, fazer a assinatura e escolher a sua capa preferida depois que finalizar o pagamento.

E agora é hora do nosso editor de Beleza Pedro Camargo, dar a sua pílula de beauté da semana. Hoje ele fala de três novidades pra você ficar de olho. Conta mais Pedro!

"Oi, gente! Tudo bem? Meu, muita coisa pra falar hoje, hein? A primeira delas é que o Beauty Chat, a nossa seção entrevistando celebridades pra falar sobre beleza, sobre autoestima, sobre rotina de beauté etc., ela está de volta e mais poderosa do que nunca! Porque ela está voltando em vídeo. E a gente começa essa nova fase do Beaty Chat conversando com a Erika Januza. Uma conversa superespecial, ela se abriu, foi superbonito, enfim, queria muito que vocês dessem uma olhada, já está lá no nosso site, no nosso YouTube, então, vejam, aproveitem. Depois disso, a gente teve também o lançamento da primeira coleção da Kérastase pra cachos, e eu recebi toda a coleção e tô muito impressionado. Foi realmente uma experiência muito diferente, muito luxuosa, um acabamento pra cachos muito legal, funcionou superbem. Enfim, vale a pena dar uma olhada também, entender cada um desses produtos, mas eu já adianto que achei todos eles muito, muito, muito incríveis. Pra fechar, a gente também teve essa semana o lançamento de uma colaboração entre a maquiadora Nathalie Billio com a That Girl pra fazer os delineadores vazados, coloridos, brilhantes e superdivertidos, pelos quais ela ficou famosa nas redes sociais. Eles são adesivos que você gruda no rosto e, enfim, eles ficam perfeitos e são reutilizáveis. Você pode usar até oito vezes cada um deles. Enfim, é tudo muito legal, a gente também conta tudo isso lá no site. Então, não deixem de entrar em elle.com.br, fuçem a beleza, porque a gente está cheio de coisa especial, cheio de lançamento babado. Fiquem de olho, tá bom? Beijinhos e até a próxima semana."

E, para finalizar o episódio de hoje, a nossa dica cultural da semana. Dessa vez, nossa editora de cultura, Bruna Bittencourt, fala da lista das 500 melhores músicas de todos os tempos que foi recentemente repaginada! Conta mais, Bru!

"A cultura pop adora uma lista. E a Rolling Stone atualizou na semana passada sua lista das 500 melhores músicas de todos os tempos, publicada em 2004. A nova versão foi elaborada a partir dos votos de 250 pessoas, de críticos a músicos como Sam Smith e Megan thee Stallion. E enquanto a lista de 17 anos atrás era dominada por rock e soul, a nova tem mais hip-hop, pop latino e R&B. Entraram nomes como Kendrick Lamar, Billie Eilish, que tinha 3 anos quando a primeira foi lançada, e a banda LCD Soundsystem. Mas vamos o que interresa: os vencedores. Desbancando "Like a Rolling Stone", de Bob Dylan, que encabeçou a lista de 2004, Aretha Franklin, com "Respect", gravação de 1967 levou o primeiríssimo lugar. Ela foi seguida por "Fight the Power", do Public Enemy, de 1989, e "A Change is gonna come", de Sam Cooke, gravação de 1964. Na lista da publicação que está on-line, tem um pouco a história de cada canção. Vale conferir. A gente fica, claro, com esse clássico de Aretha. Beijo e até semana que vem!"

Este episódio usou trechos das músicas Tokyo Drift e Cho Large de Teriyaky Boyz; The Flowers of Guatemala de R.E.M.; I Wanna Dance With Somebody, de Whitney Houston; Calendar Song, de Boney M.; YMCA, do Village People e Anjos Tronchos, de Caetano Veloso.

E nós ficamos por aqui. Eu sou Patricia Oyama. E eu sou o Gabriel Monteiro.

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Até semana que vem!

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