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Podcast

O legado de Virgil Abloh

Relembre a trajetória brilhante do fundador da Off-White e diretor artístico da Louis Vuitton, que deixou o mundo perplexo com sua morte precoce, aos 41 anos.

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No dia 28 de novembro, na tarde do domingo, um comunicado divulgado no Instagram pegou todo mundo de surpresa.

Virgil Abloh, DJ, fundador da Off-White e diretor artístico da Louis Vuitton, havia morrido aos 41 anos de idade. Ele tratava privadamente de um angiosarcoma cardíaco, uma forma rara e agressiva de câncer no coração.

O comunicado informava que o designer havia passado por tratamentos desafiadores nos últimos anos, mas a indústria da moda sequer imaginava isso. Inclusive, as pessoas de seu próprio círculo profissional.

Em setembro de 2019, o designer havia dado uma pausa em sua rotina agitada. Por ordens médicas, ele parou, por exemplo, de fazer shows como DJ ao redor do mundo. No entanto, seguia ativo. Tanto que um desfile seu já estava marcado para acontecer dois dias depois de sua morte.

Só que a triste notícia de seu falecimento precoce chegou. Virgil deixou a sua esposa, Shannon Abloh, e dois filhos.

São muitos os legados deste artista. Responsável por oficializar o streetwear no topo da moda, dentro de uma das maiores casas de luxo tradicionais francesas, ele foi celebrado principalmente pela representatividade. Ele era um dos pouquíssimos designers negros a assumir o comando criativo de uma maison.

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Mas ele não foi só uma imagem representativa. Abloh, um verdadeiro multitask, trouxe para a moda um design irônico, desejável e cheio de camadas por trás. Aqui, a gente lembra um pouco dessa trajetória tão fascinante.

Nascido em 1980, em Rockford, Illinois, Virgil Abloh era filho de imigrantes de Gana, que se mudaram para os Estados Unidos, para fazer a vida. A mãe era costureira e o pai trabalhava em uma fábrica de tintas.

Por influência dos dois, Abloh se formou em engenharia pela Universidade de Wisconsin, no ano de 2002. Depois, virou mestre em arquitetura pelo Instituto de Tecnologia de Illinois.

Mas esses títulos vieram em paralelo, porque ele vivia uma vida que pulsava muito mais criatividade. Abloh começou a discotecar por volta dos 17 anos de idade e a sua cabeça sempre esteve voltada para os universos do skate e da moda de rua. Essa expertise toda fez com que ele começasse a trabalhar com figurino, entre produtores musicais, e escrevesse em um blog de música, o The Brilliance.

Eis que John Monopoly, o então empresário de ninguém mais, ninguém menos que Kanye West, fez a ponte. Ele estava em busca de designers para colaborar com West (que é interessadíssimo por moda, como vocês bem sabem) e indicou Abloh.

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Abloh tinha 22 anos e começou a trabalhar com West desde os primeiros projetos de roupa do rapper, como a marca Pastelle. E não demorou nada para Abloh virar o diretor criativo do músico.

Os olhos do mundo passaram a ficar muito interessados em Abloh, principalmente depois da turnê Watch The Throne, de Kanye West com Jay Z, lá de 2011. O palco, que fazia com que os dois gigantes do rap cantassem bem no meio da plateia, foi uma criação de Abloh.

Depois, juntos e já bem conhecidos, Abloh e West decidiram fazer um estágio numa casa tradicional de luxo. Foram atrás da Fendi, em 2009, onde conseguiram o emprego. Sobre essa fase, o que se diz no mercado é que os dois levavam muito a sério o trabalho, ganhavam a bonificação beeem reduzida de estagiário e cumpriam à risca os horários.

Daí a história de sucesso só cresce. Abloh cria a sua primeira marca em 2012, a Pyrex Vision. A grife, claro, de streetwear, brincava com o universo do luxo ao aproveitar, em parte, o estoque morto da Ralph Lauren na construção de suas peças.

Depois, Abloh fez parte do coletivo Been Trill, junto com Matthew Williams e Heron Preston. E, definitivamente, com esses dois projetos, ele moldou a cena urbana do SoHo, em Nova York. Sim, já existia Supreme e muita gente amando a Bape, mas a Pyrex e a Been Trill tinham o toque de peça de luxo que enlouquecia muita gente.

Mas é em 2013 que Abloh funda a marca de moda de rua que viraria a maior sensação de streetwear nos últimos tempos: a Off-White.

Os itens dessa grife viraram hit e isso já fala por si. Você provavelmente se lembra dos tênis com lacre de plástico. Eles fazem parte da composição e não são retirados. Rolou também aquela assinatura muito fácil de identificar, que era a descrição da peça escrita nela mesma e dentro de aspas. E, claro, você já viu a bolsa tiracolo, com alça preta e amarela, que lembra as faixas zebradas de trânsito. Praticamente a carteirinha de entrada dos hypebeast.

A Off-White foi cada vez mais ficando conhecida como uma roupa de alto-padrão. Era o design estadunidense feito em Milão, com a tradição artesanal italiana na produção. Em 2015, a marca foi uma das finalistas do Prêmio LVMH.

Em 2018, Virgil Abloh foi convidado pela Louis Vuitton para suceder Kim Jones na direção criativa do masculino da marca. Assim, o estilista virou a primeira pessoa negra nesse tipo de cargo dentro da centenária marca francesa.

Em seu primeiro desfile, ele trouxe referências de O Mágico de Oz, com uma passarela bem extensa, com as cores do arco-íris em degradê. O casting de modelos era majoritariamente racializado, e um detalhe muito especial foi a construção de coletes à prova de bala, além de outros acessórios para o torso, que lembravam muito aqueles usados pela polícia. Em versões coloridas, eles puxavam a dura forma como o jovem negro é tratado historicamente por essa instituição.

A apresentação foi emocionante. E todos sacaram a dimensão do momento quando Kanye West levantou de seu assento e abraçou o colega em meio às lágrimas. Via-se ali uma vitória não só pessoal, como de muitas outras pessoas também.

Em julho deste ano, o Grupo LVMH, que detém a Louis Vuitton, adquiriu uma participação majoritária da Off-White. Isso mesmo, comprou a marca. E não só. Em uma baita demonstração de como o designer era precioso para o conglomerado, Abloh recebeu um novo título, para além de diretor criativo do masculino da Vuitton.

Ele passou a trabalhar em todo o portfólio de marcas do grupo, que detém grifes como Givenchy, Christian Dior e Celine. A ideia era a de que Abloh alavancasse a experiência completa da empresa, bem como fizesse parcerias que relacionassem a moda com diferentes tipos de setores. Como bem disse a nossa editora especial Vivian Whiteman, em sua mais recente coluna, Abloh era mais importante para a Louis Vuitton do que a Louis Vuitton era para ele.

Uma das falas mais icônicas de Abloh era a de que ele construía coisas para o Virgil de 17 anos. Assim, ele formava um mundo mais diverso, fantasioso e apaixonado para outros garotos, principalmente meninos negros. Quando estreou na Louis Vuitton, ele escreveu em suas redes sociais, abre aspas,:"você também pode fazer isso". Fecha aspas.

E a sua influência na formação de jovens não para aí. Ele ainda foi mentor de novos designers, como Samuel Ross, da A-Cold-Wall, e lançou um Fundo de Bolsas de Estudo, em 2020, para beneficiar jovens criativos negros.

Na última terça-feira, dia 30 de novembro, a Louis Vuitton transformou o desfile masculino que já estava previsto para acontecer em uma homenagem para Abloh.

Chamado de Virgil Was Here, a apresentação começou com um vídeo, em que uma criança anda de bicicleta, vê um balão vermelho, entra nele e começa a flutuar.

Um avião de papel grande e preto fazia parte da cenografia. Abloh afirmou em várias entrevistas que o avião de papel foi o primeiro objeto que ele aprendeu a fazer com as mãos, quando criança. De tal maneira, que virou uma de suas assinaturas.

Dentre os presentes, Kanye West , Kim Kardashian, Rihanna, A$AP Rocky, Pharrell Williams.

As roupas eram da última coleção de Virgil, a de verão 2022, acrescidas de 10 looks novos. Ela foi chamada de 7.2, porque o designer enumerava as suas apresentações e essa foi a repetição da sétima coleção que ele fez para a grife.

E se trata de um caldeirão de inspirações. Existe, por exemplo, um toque de música eletrônica, para lembrar que as raízes desse gênero musical são negras. Há ainda uma série com inspiração em xadrez, porque essa era uma imagem de dualidade que Abloh gostava muito.

Outro ingrediente foi a influência asiática. Parte veio da história de uma academia de karatê para crianças de uma comunidade pobre, na Chicago nos anos 1980. E outra parte veio de uma pesquisa nas vestes do kendô.

Vem daí a amarração na região do quadril nos ternos, as balaclavas inteiras ou cobrindo parte do rosto, o uso de tecidos acolchoados, principalmente em coletes, e o volume na parte das pernas que chegam a virar saias rodadas.

Com esse trabalho, Abloh mostrava a sua excelência em criar um visual disruptivo com muita nuance. Das artes marciais, e do visual de homens guerreiros, ele reconstruiu, por exemplo, uma imagem mais sensível de masculinidade nessa estação.

O show ainda trouxe uma fala do próprio estilista que representa bem a sua história e é boa para ficar na memória. Abre aspas. "Na minha arte, tenho me concentrado em fazer com que os adultos se comportem como crianças mais uma vez. Porque é assim que eles voltam a ficar maravilhados. Param de usar as suas mentes e passam a usar a sua imaginação." Fecha aspas.

Arezzo compra a marca Carol Bassi

A gente está próximo do fim do ano e logo mais chega a nossa retrospectiva de 2021, mas, de cabeça, dá para garantir que um grupo brasileiro de moda foi bastante citado no ELLE News: a Arezzo & Co, de Alexandre Birman.

No finalzinho de 2020 a empresa já mostrava a sua sede por expansão quando comprou todas as marcas do Grupo Reserva. E, depois dessa incorporação, ainda criou a Ar&Co, um braço exclusivo de lifestyle da casa.

Já em junho deste ano a Arezzo anunciou mais uma grife para chamar de sua: a Baw, marca de streetwear, fundada em 2014 pelos irmãos Bruno e Lucas Karra. Assim como aconteceu com o caso da Reserva, os donos da Baw viraram acionistas da Arezzo&Co.

E nessa última semana a empresa voltou a ser notícia ao acrescentar mais uma marca ao seu portfólio. Na última terça-feira, a grife Carol Bassi foi arrematada por 180 milhões de reais.

A grife de moda feminina que leva o nome da sua fundadora, estreou em 2014 e, hoje, conta com dois pontos de venda físicos, um em São Paulo e outro no Rio de Janeiro. Juntos, somam R$ 3,5 milhões de faturamento mensal.

E aí já viu né!? Com esse crescimento todo da Arezzo, o mercado já tratou de fazer as suas apostas em qual será a nova marca que o grupo vai se interessar.

E veio daí a história de que o conglomerado queria não só uma marca, mas todo um outro grupo de marcas. De acordo com uma matéria publicada pelo Valor Econômico, a empresa de Alexandre Birman está de olho no grupo Soma, que detém grifes como Animale, Farm e Hering.

A gente entrou em contato com a assessoria de imprensa da Arezzo, mas não tivemos confirmação dessa informação até o fechamento deste episódio.

Quem são os premiados do British Fashion Council 2021

E encerrando a temporada de premiações de moda neste ano, o British Fashion Council realizou o seu evento anual na segunda passada, dia 29, no Royal Albert Hall, em Londres.

A premiação foi apresentada pelo ator e cantor Billy Porter e teve logo no início uma homenagem a Virgil Abloh, com a leitura de um poema de Maya Angelou pelo ator Idris Elba.

Nesta edição de 2021, o prêmio de designer do ano foi para Kim Jones, diretor artístico da Dior Men e da Fendi.

Já a vencedora na categoria de designer emergente foi a albanesa Nensi Dojaka. Lembrando aqui que a estilista de 27 anos já havia sido consagrada em setembro no Prêmio LVMH, que destaca novos talentos na moda.

Na outra ponta, o Outstanding Achievement Award, ou prêmio por realização excepcional, ficou para Tommy Hilfiger. Foram premiados também Alessandro Michele, da Gucci, na categoria trailblazer; o stylist IB Kamara, vencedor do prêmio Isabella Blow para Criador de moda, e a estilista cSapphire, que estreia a recém criada categoria Design no metaverso.

O British Fashion Council homenageou ainda 15 nomes que se destacaram com sua atuação por mudanças positivas no mercado em três áreas: criatividade, meio ambiente e pessoas. Passando rapidinho os nomes, o evento homenageou:

Alessandro Michele, Demna Gvasalia, Jonathan Anderson, Kim Jones e Virgil Abloh, na categoria criatividade; Bethany Williams, Gabriela Hearst para Chloé & Gabriela Hearst, Phoebe English, Priya Ahluwalia e Stella McCartney, na categoria meio ambiente; e Edward Enninful OBE, Harris Reed, Kenya Hunt, Samuel Ross e Telfar Clemens, na categoria Pessoas, que destaca o impacto que a moda tem nas comunidades.

Peles de animais são banidas da ELLE no mundo inteiro

Agora é oficial. A divulgação do uso de pele de animais foi banida das edições da ELLE do mundo inteiro. A medida vale não só para as revistas impressas, mas também para sites, redes sociais e veiculação de publicidade.

O anúncio foi feito na quinta-feira, dia 2, no evento Voices 2021, organizado e transmitido por livestream pela plataforma online Business of Fashion. Abre aspas para Valéria Bessolo, diretora internacional da ELLE: “Peles de animais não estão mais alinhadas com nossos valores. Está na hora de nos posicionarmos e proteger tanto os animais quanto o meio ambiente e dizer não à crueldade animal. O mundo mudou, nosso leitores mudaram, é uma nova era, independentemente da cultura de cada país”.

O acordo que estabelece o veto foi assinado por todas as 45 edições existentes da ELLE, incluindo, claro, a brasileira. Na verdade, os leitores mais atentos já devem ter percebido que aqui, na ELLE Brasil, as peles de animais já foram banidas dos editoriais há um bom tempo, por decisão interna.

Além da ELLE Brasil, mais 12 edições da marca já haviam vetado as peles de suas mídias. No dia 1º de janeiro de 2022, outras 20 edições irão adotar a medida, e as demais se comprometeram a implementar o veto até janeiro de 2023.

O posicionamento da ELLE internacional foi tomado após conversas com a Sociedade Humana dos Estados Unidos, a Sociedade Humana Internacional e a ONG Creatives4Change. O tratado assinado segue as diretrizes da Fur Free Alliance do que é considerado pele animal.

A iniciativa é pioneira no mercado editorial. Em comunicado à imprensa, a CEO da Lagardère News e da ELLE Internacional, Constance Benqué disse que espera que, com esse compromisso, a ELLE abra as portas para outros veículos de comunicação fazerem o mesmo e que possamos promover um futuro livre de crueldade animal.


E qual o ranking das marcas de beleza em 2021? Na nossa pílula de beauté da semana, o nosso editor, Pedro Camargo, conta para a gente.

"E aí, turminha? Tão boas? Vocês não sabem da maior. Parece que a Huda Beauty é nada mais, nada menos que a marca mais popular, mais querida de 2021! Ela ficou no primeiro lugar de um ranking feito pelo Cosmetify, uma plataforma de dados de beleza que fez essa lista levando em consideração fatores como seguidores e engajamento nas redes sociais além de pesquisas no Google. Depois dela, logo vem a MAC Cosmetics, depois a Anastasia Beverly Hills (que acabou de chegar no Brasil), depois a Avon e, em quinto lugar, a The Body Shop, que hoje pertence à Natura. Caíram algumas posições as marcas de Jeffree Star, a Jeffree Star Cosmetics e a antiga marca de Kat Von D, a KVD Beauty. Em contrapartida, tem algumas marcas que despontaram no ranking. Essa é a primeira vez que a JLo Beauty, de Jennifer Lopez, aparece no ranking. E mais, pensando em influencers, o vencedor da guerra é James Charles. O norte-americano, apesar das polêmicas ao seu redor, segue no topo. Babado essa lista, né? Por hoje é isso, babies! Beijos!"

E, para finalizar o episódio de hoje, a nossa editora de cultura, Bruna Bittencourt, dá aquela listinha que a gente ama, com as melhores novidades dos serviços de streaming em dezembro. Fala mais, Bruna!

"As plataformas de streaming trazem boas novidades em dezembro, um mês que muita gente pode contar com uns dias de folga. Além do retorno de Sex and the city, batizado de And just like that, e de The Great, série que Elle Fanning vive Catarina, a Grande, não perca três filmes, que prometem. O primeiro é Ataque dos cães, filme que marca a volta de Jane Campion, primeira mulher a ganhar a Palma de Ouro por O Piano. O western, disponível na Netflix, traz Benedict Cumberbatch e Kirsten Dunst. Tem também a adaptação de Maggie Gyllenhaal, de A filha perdida, romance de Elena Ferrante. O filme da Netflix é protagonizado por Olivia Colman. Já o Amazon Prime Video traz Being Ricardos em que Nicole Kidman e Javier Bardem interpretam o casal que protagonizou a série I love Lucy, na década de 50. A matéria com esses e outros lançamentos, escrita pela nossa repórter Mabi Barros e por nosso designer expert em cultura pop Gustavo Balducci, está no site da Elle. Por aqui, a gente fica com Céu, que acaba de um álbum só de regravações, cantando "Chega mais", de Rita Lee. A entrevista com Céu também está no site da ELLE."

Céu - Chega Mais www.youtube.com

E nós ficamos por aqui. Eu sou Patricia Oyama. E eu sou o Gabriel Monteiro.

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