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Podcast

Fendi: de Karl a Kim

Depois do casamento com a Versace, que deu origem à Fendace, a Fendi anunciou uma colaboração com Kim Kardashian e a sua Skims. As parcerias parecem ser a maneira como Kim Jones vai desenhar o futuro da marca e, neste episódio, a gente aproveita a deixa para te contar toda a história dessa grife italiana.

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Se preferir, você também pode ler este podcast:

Na última segunda-feira, dia 25 de outubro, rolou um encontro de Kims. Isso mesmo! Kim Kardashian e Kim Jones anunciaram uma colaboração entre a Skims, marca da celebridade estadunidense, e a Fendi, grife italiana onde o inglês Kim Jones é diretor artístico.

No comunicado à imprensa, ambos disseram que essa colaboração teve como principal inspiração uma coleção de Karl Lagerfeld lá de 1979, mas a verdade é que há bastante de Kim Kardashian e Kim Jones nessas peças.

Com itens mais casuais e esportivos, como leggings e agasalhos, além de lingerie, moda praia e alguns acessórios, tudo parece realçar o corpo, bem do jeitinho que Kim Kardashian gosta, e também tem aquele toque urbano e hypebeast, que é uma marca do trabalho de Kim Jones.

Há ainda um pouco de logomania, com os logos das duas marcas estampados, e existe também uma brincadeira com vários tons de pele, o que é uma assinatura também de Kim Kardashian, que tem essa vontade de ser mais inclusiva nessa marca que ela lançou em 2019.

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A campanha, que você já deve ter visto no Instagram, foi fotografada por Steven Meisel. Ela conta com a própria Kim Kardashian servindo como modelo, além das tops Precious Lee, Tianna St. Louis, Jessie Li e Grace Valentine como rostos e corpos da empreitada.

A coleção está prevista para ser lançada no dia 9 de novembro e as peças estarão disponíveis em lojas selecionadas da Fendi no mundo todo e no site fendiskims.com.

A notícia só confirma que Kim Jones adora mesmo uma boa colaboração.

O designer fez fama ao unir Supreme e Louis Vuitton, quando diretor no masculino da marca francesa. Também na linha masculina, mas na Dior, onde ele atua hoje em dia, o estilista fez uma dobradinha igualmente bem sucedida com o rapper Travis Scott. E recentemente, antes de divulgar a nova parceria com Kim Kardashian, ele apresentou na última semana de moda de Milão a Fendace, que foi a união da Fendi com a Versace.

A gente falou desse superdesfile aqui no ELLE News, mais especificamente no episódio de número 66. E, como vocês devem se lembrar, esse encontro de gigantes italianas apresentou 25 looks desenhados por Donatella Versace e outros 25 looks produzidos por Kim Jones.

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Rolou também todo aquele frenesi com um casting icônico. Naomi Campbell, Amber Valletta, Kate Moss, Shalom Harlow, Kristen McMenamy e Adut Akech foram algumas das estrelas que cruzaram a passarela.

Em resumo, dá pra dizer que Kim Jones quer colocar a Fendi em um plano mais pop com esses casamentos, além de injetar uma característica dele nessa marca tão tradicional.

Mas quem está ligado em nosso podcast sabe que a gente adora uma deixa, uma notícia, para mergulhar em uma história. Por isso, a gente falou dessas colaborações recentes da Fendi para contar a trajetória dessa marca que é quase centenária. Vem com a gente!

Estamos em Roma, lá no final dos anos 1910, e Adele Casagrande já tinha uma empresa de artigos de couro, como é bastante comum na Itália. Mas é em 1925, já casada com Edoardo Fendi, que Adele lança a Fendi. A primeira butique foi aberta na Via del Plebiscito com a venda de bolsas e peles.

E aí já dá pra sacar algumas características bem importantes da Fendi. Além de ser sinônimo de luxo, seja pelo trabalho artesanal ou pelo uso de materiais bastante raros, essa casa italiana tem enraizado em seu DNA o domínio da peleteria. Isso mesmo, peles!

E então vale um disclaimer logo de cara. Hoje em dia, não só muitas marcas de moda como grandes conglomerados não apoiam o uso de pele. Inclusive, a própria ELLE Brasil como as ELLE de todo o mundo, têm um comprometimento de não divulgar esse tipo de material em nossas páginas.

No entanto, a pele faz parte da história da moda e dessa marca, e, por isso, esse ponto não pode ser suprimido.

E foi dessa maneira que surgiu todo um clã Fendi. Adele e Edoardo tiveram cinco filhas: Paola, Anna, Franca, Carla e Alda. Todas elas se especializaram em diferentes departamentos da marca, do design à venda, e passaram a trabalhar na empresa entre os anos 40 e 50.

Por isso, é muito comum pensar na Fendi como um encontro de tradição e inovação. A marca é familiar, e soube muito bem absorver o que as novas gerações podiam agregar. Em 1946, Edoardo morre e é a matriarca com as filhas que seguem no negócio, que só cresceu.

Daí veio a terceira geração. Dos onze netos Fendi um nome se destacou: Silvia Fendi, a filha de Anna Fendi.

Em 1992, Silvia Fendi entra oficialmente para a marca onde está até hoje. Desde 1994 ela é a responsável pela grande linha de acessórios da casa, além do braço masculino da Fendi. Cabeça pensante no desenvolvimento dos acessórios, foi ela quem criou as it bags da marca: a famosa bolsa Baguette, em 1997, e a Peekaboo, de 2008.

Como o nome sugere, a primeira é de mão e mais longuinha, tal qual o pão. Já a segunda é um pouco maior, lembra o formato de uma tote bag e conta com um fecho interno estruturado, geralmente de metal. Com a Baguette, a Fendi ganhou até mesmo um grande prêmio voltado para o circuito de acessórios, lá no ano de 2000, dado pelo Fashion Group International.

Mas antes de focar no trabalho de Silvia Fendi é necessário voltar um pouco no tempo para entender como essa marca entrou para o hall das grandes grifes do mundo.

Em 1965, um jovem designer alemão foi contratado para a equipe de estilo da casa. Era ninguém mais, ninguém menos do que Karl Lagerfeld.

Nascia aí a mais longa história entre um designer e uma marca que não foi o próprio estilista que fundou. Mais especificamente, foram 54 anos de colaboração entre Karl Lagerfeld e Fendi. Lagerfeld brincava que as irmãs, as filhas de Adele, funcionavam como os cinco dedos de uma mão e a sintonia entre eles era tanta que elas o chamavam de o sexto filho Fendi.

Uma característica grande do estilista foi que ele distanciou o uso de pele única e exclusivamente dos casacos à la Cruella de Vil e implementou esse material em acessórios mais jovens, mais leves, até mesmo coloridos. E aí um atributo curioso e até problemático de Lagerfeld foi que ele tornou o uso de pele ainda mais acessível. Claro, ainda para uma elite, só que um número maior de compradores. Surpreendentemente, ele criou uma maior aceitação da pele na moda.

Fora isso, Lagerfeld inventou o logotipo com dois F, pelo qual muita gente passou a reconhecer mais facilmente a Fendi. E se você acha que ele se refere ao nome Fendi está enganado. Na verdade, esse emblema significa Fun Fur. Ou seja, pele divertida.

Outra conquista do Kaiser foi o desenvolvimento de coleções prêt-à-porter, ready-to-wear, ou seja, o pronto para vestir. Isso aconteceu em 1977.

Além disso, ele também começou a criar cada vez mais calçados, além de artigos de decoração no final da década de 1970, aumentando o leque de produtos e só ajudando a Fendi a conquistar ainda mais o mundo. Lojas da marca italiana começaram a pipocar em vários países durante toda a década de 80.

E, ah! Foi só em 1992 que ele deixou oficialmente de ser apenas o estilista para virar o diretor artístico da casa. E, então, como diretor, ele criou fragrâncias femininas e masculinas e passou também a transformar os shows da Fendi em grandes espetáculos. Afinal, quem conhece Karl Lagerfeld sabe que ele não faz só um desfile se pode, por exemplo, colocar modelos para cruzar a Muralha da China. Sim, foi o que ele fez com a Fendi em 2007.

Em 2016, por exemplo, a marca comemorou os seus 90 anos de existência com um desfile dentro da Fontana di Trevi. A apresentação marcou também a reinauguração do monumento histórico, que foi restaurado pela Fendi. E a passarela transparente fazia parecer que as modelos caminhavam sobre as águas da fonte, aquela que muita gente joga uma moedinha pra fazer um pedido e foi o cenário da clássica cena de La Dolce Vita, de Fellini.

Em 1999 rolou uma negociação entre o grupo LVMH e o grupo Prada, comandados, respectivamente, por Bernard Arnault e Patrizio Bertelli para adquirir a Fendi.

Desde 2001, é o conglomerado de luxo LVMH o dono da casa. A gestão, porém, nunca deixou de ser da família. E é importante salientar que isso segue vivo ainda hoje. Uma curiosidade desse império familiar bem sucedido é que a quarta geração já está ativa na companhia. Um exemplo é Delfina Delettrez Fendi, filha de Silvia Fendi, que, além de uma marca homônima famosa, é também a diretora artística de joias da empresa.

Em 2019, porém, o mundo da moda acordou com a notícia da morte de Karl Lagerfeld, um dos maiores designers que essa indústria já viu.

E, em setembro de 2020, Kim Jones foi alçado a esse posto tão nobre: virou diretor artístico das coleções de alta-costura da Fendi e de moda feminina, assumindo o cargo deixado pelo alemão.

Tal qual Lagerfeld, que assumiu a direção de Chanel, Chloé e uma grife homônima ao longo de sua carreira, Kim Jones é também o tipo de estilista que acumula funções. Como dissemos anteriormente, ele segue também como o diretor da Dior Men, o braço masculino da Dior.

Por isso, dá pra dizer que o grupo LVMH confia em Jones para essa missão de colocar um olhar mais atual em suas casas mais tradicionais.

A fama deste inglês veio pelo design de peças masculinas e com referência do streetwear, mas a verdade é que ele é também um grande colecionador de peças antigas de moda. Ou seja, alguém que entende o presente sem desmerecer o passado.

E é por isso que muita gente fica interessada em como ele vai construir o futuro da Fendi. As colaborações com Kim Kardashian e Versace entregam um pouco o jogo, mas há também questionamentos sobre pontos mais polêmicos.

A Fendi, por exemplo, não planeja tão cedo parar o uso de peles. O argumento usado hoje é o de que a marca está alinhada a altos padrões de certificação. Experiência com peles recicladas, além de não colocar o material como o centro do negócio são exemplos de avanços praticados pela empresa.

Mas em entrevista ao WWD, Antoine Arnault, do grupo LVMH disse:

"Este é um assunto delicado e é importante dizer a verdade. Fazemos tudo o que é necessário para estar em conformidade com os altos padrões de certificação de peles. No entanto, não podemos ser ingênuos. O nosso grupo parar de fazer peles não interrompe a compra e eu prefiro vender peles feitas de maneira correta para esses clientes. Não minto, os animais morrem, mas são tratados com respeito e a humanidade que merecem. Não poderiam ser melhores os padrões que colocamos neste trabalho. Prefiro ser o vilão e vender para os clientes de maneira correta do que deixar que outros façam em condições horríveis. Esta é uma declaração difícil de se ouvir, mas estou disposto a assumir as consequências."

Em sentido oposto, o grupo concorrente, o Kering, que detém Gucci, Saint Laurent, Balenciaga, Bottega Veneta e Alexander McQueen, decidiu neste ano não mais usar pele em suas produções.

Vamos ver o que o futuro aguarda para a Fendi!

SPFW divulga datas de nova edição híbrida 

Já se recuperou da maratona de desfiles internacionais? Então, se prepare que agora é a vez da moda brasileira. Na quinta-feira passada, a SPFW anunciou as datas do evento. E vai ter desfile presencial, sim.

As apresentações vão acontecer entre os dias 17 e 21 de novembro, de forma híbrida. Serão 23 desfiles em formato digital e 25 no formato físico. E todos serão transmitidos em tempo real pelas redes sociais do evento.

Os desfiles físicos vão se concentrar no Pavilhão das Culturas Brasileiras, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo. O último dia tem apenas uma apresentação marcada, a de celebração aos 30 anos da marca Lenny Niemeyer, que vai ser realizada na cúpula do Caminho Niemeyer, em Niterói.

O line-up completo ainda não foi divulgado, mas a gente já sabe que vem muita novidade por aí. Sete marcas vão estrear nessa temporada: Bispo dos Anjos, Bold Strap, Corcel, Depedro, Fauve, Mninis e Von Trapp.

Fique ligado para não perder a nossa cobertura no site e aqui também, no ELLE News.

Jean Paul Gaultier aluga e vende peças de seu acervo 

Lembra que a gente contou do Gucci Vault aqui? Esse é o nome da plataforma que a Gucci criou para vender tudo o que garimpa de vintage da própria marca. Pois a notícia mal tinha esfriado quando chegou outra fresquinha na mesma linha: agora é a Jean Paul Gaultier quem aposta no mercado do second hand de luxo.

O modelo é um pouco diferente daquele da etiqueta italiana. Pelo site da Jean Paul Gaultier vai ser possível não só comprar, mas alugar looks vintage da marca do enfant terrible da moda, que teve seu auge nos anos 1980 e 90. Inicialmente, são 30 peças disponíveis. Algumas delas são icônicas, como o look que tem o bojo em formato de cone, modelo que ficou famoso no figurino de Madonna na turnê Blond Ambition, bem do comecinho dos anos 1990.

Em outra frente, a marca montou uma seleção de peças garimpadas entre colecionadores e revendedores de longa data. Essas, sim, vão estar à venda. São 50 roupas e acessórios originais com preços que começam em cerca de 980 reais, que é o valor de um lenço.

Para dar aquela rápida contextualizada, as peças vintage de Jean Paul Gaultier começaram a ficar em alta quando o estilista anunciou sua aposentadoria em 2020. Celebridades como Kendall Jenner e Bella Hadid ajudaram a criar o hype – e a fazer o preço dessas peças disparar em brechós online, claro.

O atual diretor da grife, Antoine Gagey, disse que a oferta de peças para venda e locação vai obedecer à demanda. Ou seja, se uma coleção específica começar a ficar muito procurada, eles provavelmente vão correr para oferecê-la no site.

As primeiras peças foram colocadas à venda no site da marca na semana passada. E, como era de se esperar, várias se esgotaram no mesmo dia. Já a área de locação ainda estava com o aviso de "coming soon" até o fechamento deste episódio.

ELLE Brasil e Pinterest lançam relatório de tendências 

Aqui na ELLE a gente não tem bola de cristal, mas o que não falta na equipe é um faro aguçado para descobrir novas tendências. Se você juntar isso com a expertise e a riqueza de dados do Pinterest, o que você tem? Um super relatório com insights do que vai bombar nos próximos meses.

Pois é, nas últimas semanas, a equipe da ELLE se debruçou sobre os dados da plataforma pra analisar as buscas que mais têm crescido entre os usuários do Pinterest. E cruzamos esses números com as informações que a gente traz das ruas, das passarelas, das nossas reportagens e de várias outras fontes pra eleger as 15 principais tendências de moda, beleza e decoração.

E um ponto muito bacana nesse levantamento é que as tendências identificadas nas buscas no Pinterest se comportam de um jeito diferente daquelas verificadas em outras redes. Elas não só aparecem primeiro lá, como também duram mais tempo nessa plataforma, segundo uma pesquisa feita pela empresa de tecnologia e ciência de dados Black Swan Data.

Sem contar que o Pinterest também se orgulha do alto grau de acerto das suas previsões. Das tendências apontadas no relatório do ano passado, nada menos do que 80% delas se concretizaram.

Bom, mas quais são as tendências do relatório deste ano? A gente dá uma palhinha aqui. Nós falamos da influência dos anos 70 na moda, do novo fôlego que o streetwear ganhou com o skate, da valorização dos cabelos cacheados – e também dos grisalhos – e ainda de como esse período de isolamento social mudou a nossa relação com a casa.

Quer conferir o relatório completo? É só baixar gratuitamente no nosso site. Entre no elle.com.br e coloque na busca: Parceria Elle Pinterest.

E, para finalizar o episódio de hoje, a nossa dica cultural da semana. Dessa vez, nossa editora de cultura, Bruna Bittencourt, traz uma ótima notícia para quem curte espetáculos de dança. Qual é a da vez, Bruna?

"Com o arrefecimento da pandemia, duas das principais companhias de dança contemporânea brasileiras voltam aos palcos. Na semana passada, o Grupo Corpo reencontrou o público, em São Paulo, com Primavera, espetáculo inédito da companhia mineira que nasceu como coreografias curtas para a internet, ainda em dezembro do ano passado. Primavera é baseada em peças musicais do Palavra Cantada, de Sandra Peres e Paulo Tatit. A música da dupla, conhecida por seu trabalho com o universo infantil, foi adaptada para a trilha, que subtraiu vozes e melodias e acrescentou instrumentos. A pandemia acabou ditando o ritmo da nova coreografia, em que apenas três casais de bailarinos, que convivem além dos palcos e da companhia, se tocam em cena. O coreógrafo Rodrigo Pederneiras contou à ELLE que ele acabou criando uma dinâmica diferente, com poucas pessoas em cena, mas que precisam ocupar todo o palco. Para isso, eles está sempre jogando umas com as outras. Depois de São Paulo, a Companhia segue para temporadas em BH e Rio. Quem faz o caminho inverso, chegando a São Paulo, depois de uma temporada no Rio, é Deborah Colker com Cura. O espetáculo é inspirado em uma experiência pessoal da coreógrafa, que, nos últimos anos, vem se dedicando a buscar uma solução para uma doença genética que acomete seu neto. No palco, a coreógrafa traduz em movimentos ciência, fé, luta e preconceito, com dramaturgia do rabino Nilton Bonder e trilha original de Carlinhos Brown. Depois de São Paulo, a companhia segue em novembro e dezembro em turnê por diversas cidades brasileiras. Para terminar, a gente fica com Brown e Marisa Monte com 'Busy man'."

Este episódio usou trechos das músicas Body, de Megan Thee Stallion; I've got you under my skin, com Tony Bennett e Lady Gaga; O sole mio, de Enrico Caruso; Das Model, do Kraftwerk; La dolce vita, de Nino Rota; Voltei pra mim, de Marina Sena; Express yourself, de Madonna; Bola de cristal, de Baiana System e Olhos nos Olhos, na voz de Maria Bethânia.

E nós ficamos por aqui. Eu sou Patricia Oyama. E eu sou o Gabriel Monteiro.

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Até semana que vem!

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