Djamila Ribeiro no Roda Viva: “Trabalhamos para que as próximas gerações possam sonhar”
Colunista da ELLE Brasil, Djamila Ribeiro foi a convidada do programa “Roda Viva”, da TV Cultura, na segunda-feira (9.11).
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Para aprender sobre finanças e ganhar confiança, muitas mulheres procuram grupos de investidoras, onde podem perguntar sem medo
A advogada Marina Ganzarolli, fundadora do Me Too Brasil, fala sobre o inadmissível caso em que Mariana Ferrer foi humilhada e desrepeitada quando deveria ter sido acolhida e protegida. Entenda também o termo “estupro culposo”, amplamente utilizado nas redes sociais.
Voltar a morar com os pais ou retornar à cidade natal não costuma ser uma escolha fácil. Nesse ano atípico, no entanto, essa parece ter sido uma oportunidade imposta pela vida para muita gente se redescobrir e aprender sobre si mesma.
Por que esse assunto é ainda mais crítico para elas?
O tempo sempre foi visto como nosso inimigo, mas nunca tão cedo como agora. Parte de uma geração que ainda não chegou ou está no auge da produtividade vive a angústia de precisar realizar planos e ter tudo antes que seja tarde demais. Para algumas, já é.
Surgidos na virada do milênio, esses símbolos mudaram a maneira como nos comunicamos e continuam sua evolução para traduzir todo tipo de sentimento.
No Instagram, Anne Magalhães usa Libras, expressão corporal e muita sensibilidade para passar toda a emoção de uma canção para quem não ouve.
A ex-primeira dama dos Estados Unidos usou um colar escrito “vote” e a marca responsável pela peça viu as suas vendas dispararem. A cantora, por sua vez, em entrevista à ELLE norte-americana, fez um apelo aos seus fãs e pediu para que eles fossem às urnas.
Raiva, revolta e medo. Conversamos com neurologistas, pesquisadores de linguística e psicanalistas, como Christian Dunker e Maria Lucia Homem, para entender como a flexibilização da quarentena nos afeta.
Com uma abordagem que propõe menos restrições, mais autoconhecimento e uma dose de feminismo, uma nova geração de nutricionistas mostra que a nossa relação com a comida e com o corpo pode ser mais gentil e saudável.
“Embranquecimento” de receitas revela que colonialismo persiste na cozinha, mas a busca por representatividade está rompendo o status quo da cena gastronômica nos Estados Unidos.
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